Site Versão em Português Site Versão em Inglês
 
Facedbook twitter YouTube

Multimedia » Clipping
 
 
MIÉRCOLES, ENERO, 14, 2015 | 13:17
 
Infraestrutura deficiente é entrave ao crescimento
 
Em seu discurso de posse, a presidente Dilma Rousseff antecipou que lançará a terceira fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e a segunda do Programa de Investimento em Logística (PIL). Os fracos resultados obtidos até agora por esses programas e as perspectivas econômicas não alimentam, porém, a expectativa de grandes avanços.

No fim do ano, o governo divulgou o balanço do PAC 2, implementado no primeiro mandato de Dilma, de 2011 a 2014. Ele executou R$ 1,07 trilhão em investimentos, o equivalente a 96,5% do previsto para o período. A maior fatia do dinheiro investido é para financiamento habitacional, que melhora as condições de moradia e estimula a construção civil, mas significa quase nada para a infraestrutura da economia em geral.

Nada menos do que R$ 449,7 bilhões do investimento total contabilizado pelo PAC 2, ou 42,2%, são financiamentos habitacionais, dos quais R$ 360,2 bilhões concedidos pelos bancos no âmbito do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) para a compra de imóveis novos e usados. Os investimentos no Minha Casa Minha Vida ficaram com R$ 88,8 bilhões.

A sensível e deficitária área de energia recebeu investimentos de R$ 253,2 bilhões, praticamente a metade do destinado ao financiamento habitacional, incluindo os projetos na área do petróleo da Refinaria Abreu e Lima (PE) e do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), cujos valores e cronogramas estão sendo questionados. Há atrasos também em obras como as usinas de Belo Monte (PA) e Colíder (MT). No balanço do governo, porém, essas obras foram classificadas com o status "adequado" (Valor, 12/12/2014).

O novo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, afirmou que dará prioridade à atração para a infraestrutura do investimento privado, que contribuiu com cerca de 19% dos recursos canalizados para o PAC 2, ou R$ 198,3 bilhões, menos do que os R$ 277,9 bilhões investidos por meio de estatais que tocaram projetos de energia e transporte. Acenou com "ampla agenda institucional de estímulo ao investimento de longo prazo". Mesmo porque as restrições fiscais, que causaram atrasos nos pagamentos a empreiteiras de obras encomendadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e pelo Minha Casa Minha Vida no fim de 2014, vão limitar a ação do governo.

Os problemas fiscais terão igualmente impacto no custo e na oferta de financiamento para a infraestrutura, limitando o interesse do setor privado. Pouco antes do Natal, o governo aumentou de 5% para 5,5% a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), que corrige 90% dos empréstimos concedidos pelo BNDES e também as taxas do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) do banco, além de restringir a participação dos recursos nos projetos.

Os investidores privados no setor de infraestrutura dependem dos recursos do BNDES, atraídos pelo patamar das taxas e prazos oferecidos. A elevação da TJLP afeta a rentabilidade das empresas que venceram licitações de rodovias recentemente (Valor 18/12/2014) e influencia os próximos leilões. Fazem parte também do PIL projetos de arrendamento de terminais portuários e ferrovias, que não saíram do papel. As novas regras e custos dos financiamentos, além do envolvimento na Operação Lava-Jato de muitas das grandes empreiteiras com capacidade para esse tipo de empreendimento certamente vão dificultar a segunda fase do PIL.

Em relação ao PAC 3, a presidente Dilma pretende contratar o financiamento de mais 3 milhões de moradias pelo Minha Casa Minha Vida, que contabiliza 2 milhões de unidades concluídas e 1,75 milhão em construção com promessa de entrega no segundo mandato. A presidente também indicou intenção de focar na implementação de uma carteira de R$ 143 bilhões em mobilidade urbana pelo país. Especula-se que o cenário leve o governo a deixar de lado os projetos bilionários que caracterizaram os dois primeiros PACs e volte-se para obras de pequeno e médio portes.

Não há dúvida que grandes dificuldades nas áreas fiscais, monetária e cambial aguardam o novo governo. Desafio igualmente importante, porém, é superar os entraves da infraestrutura. Do sucesso de uma nova estratégia para os projetos de infraestrutura depende a necessária retomada do crescimento, sem pressão inflacionária e com benefícios para o aumento da produtividade.

Fonte: Valor Econômico
 
Más Recientes
 
VIERNES, OCTOBRE, 29, 2021 | 15:31
 
Serviços crescem 0,5% em agosto e atingem maior patamar desde 2015
 
O volume de serviços cresceu 0,5% na passagem de julho para agosto, quinta taxa positiva seguida, acumulando no período ganho de 6,5%. Com isso, o setor está 4,6% acima do patamar pré-pandemia e alcança o nível mais elevado desde novembro de 2015. Apesar do crescimento, o setor ainda está 7,1% abaixo do recorde histórico, alcançado em novembro de 2014. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (14) pelo IBGE.
VIERNES, ABRIL, 23, 2021 | 08:48
 
FGV: aumento de 1,4% no PIB mostra que economia continua a crescer
 
PIB do primeiro bimestre de 2021 foi de R$ 1,367 trilhão
LUNES, ABRIL, 12, 2021 | 09:06
 
Inadimplência, queda de renda e inflação ameaçam a economia
 
Em 2021, os atrasos já começam a crescer
Encontra las últimas noticias
 
   
   

REPUESTOS Y COMPONENTES
Disponibilizamos através da Tba (www.tbatec.com.br) peças originais a pronta entrega, utilizadas em nossos equipamentos...
 
Se você tem Gascom,
você tem pós venda.

 

 
 
 

 
ß
 

® 2013 | Gascom Equipamentos Industriais | Reservados todos los derechos
Av. Marg. Sérgio Cancian, 5293 | Sertãozinho | SP | Brazil | Teléfono 5516 2105-3622 | comercial@gascom.com.br
 
  » Portada

» Empresa
    Historia
Localización
Clientes
Operaciones
internacionales
» Productos

» Servicios y Repuestos
    Asistencia Técnica
Repuestos y Componentes

» Multimedia
    Noticias
Clipping
Sala de prensa
Eventos
» Contacto
    Hable con nosotros
Solicite tu presupuesto
Sea nuestro proveedor