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SEGUNDA-FEIRA, 13 DE AGOSTO DE 2012 | 10:44
 
Crescem 130% as fusões e aquisições em mineração
 
O setor de mineração fechou o semestre com dez operações de fusões e aquisições realizadas este ano, segundo pesquisa realizada trimestralmente pela KPMG. Em comparação com os três primeiros meses de 2012, o segundo trimestre teve forte recuperação, passando de três para sete negócios concretizados, crescimento de mais de 130%. O ranking feito pela KPMG inclui ainda outros 42 segmentos, que juntos totalizaram 433 operações este ano, 54 a mais que o resultado de igual período em 2011.

Das sete operações realizadas no segundo trimestre deste ano, cinco foram de CB1, ou seja, envolvendo empresas estrangeiras adquirindo, de brasileiros, capital de empresa estabelecida no Brasil. As outras duas foram uma de CB2 (brasileira adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no exterior) e outra de CB4 (estrangeira adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no Brasil).

Interesse de estrangeiros

"Os números mostram o interesse dos investidores de outros países pelas empresas brasileiras, já que a maior quantidade de transações foi feita por estrangeiros fechando negócios com as companhias brasileiras. Isso reforça a importância da indústria de mineração para a economia e para o cenário mundial. O minério de ferro representa grande parte disso e é o principal produto a receber os investimentos previstos para mineração, em função principalmente do apetite chinês", explica Paulo Guilherme Coimbra, sócio da KPMG e líder da área de Fusões e Aquisições em Mineração.

Para o executivo, o aumento das operações no segundo trimestre é sinal de que o setor está propenso a se recuperar e alcançar os números do ano passado que, no mesmo período, já tinha registrado dez negócios.

"Este é o segmento privado em que mais se investe no Brasil, e a demanda vem sendo puxada por alguns fatores: aumento da população mundial; crescimento da economia dos países que fazem parte do bloco dos Brics; o apetite chinês pelo minério de ferro brasileiro; e a demanda em alta por investimentos em infra-estrutura e grandes projetos ligados, principalmente, à realização no Brasil da Copa do Mundo de Futebol e das Olimpíadas", completa.

Fonte: Monitor Mercantil
 
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